Para Paula

Eu não diria tudo o que eu sinto
De qualquer outra forma, querida,
Que não fosse no verso. Não minto.
Talvez, meu pobres lábios nem mesmo
Tomassem coragem de beijá-la
Se estivéssemos, nós, novamente,
Olhando um nos olhos do outro.
Acredite! Todos tem seus medos!
Talvez seja o meu de todos o
Mais tolo! E talvez seja mais que
Medo! Céus! Falta-me tato para
Tocá-la sem pedir! Então peço:

Deixe que eu seja teu amado,
Teu amado! Teu bom namorado!


 
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Fernando Fagundes